terça-feira, 25 de agosto de 2009

Quem Somos

O Estado do Emigrante é nosso objetivo.

Um órgão institucional composto e dirigido por emigrantes, dotado de poder executivo e legislativo, interativo com os ministérios das Relações Exteriores, Trabalho, Educação e outros, mas independente deles.

Depois da vitória dos Brasileirinhos Apátridas, que deu a nacionalidade brasileira nata ao seu filho,a nascido,a no Exterior, nossa campanha agora é pela nossa autonomia.

Mas não é fácil o caminho para se chegar lá.

Se você já se cansou de conversa mole, blablabla, de congressos e de forums, onde muito se fala e pouco se faz de concreto, seja mais um dos nossos.

Já temos nossa bandeira, inspirada nos Retirantes de Portinari e temos dois representantes, um pela Europa, outro pela Ásia, eleitos por emigrantes como você, num Conselho de emigrantes no Itamaraty, criado por força de um nosso abaixo-assinado majoritário.

Dentro de oito meses haverá eleições para se formar um novo Conselho de Emigrantes com um mandato mínimo de dois anos e os candidatos do Estado do Emigrante precisarão do seu votos para levar avante o projeto. www.estadodoemigrante.org
Mas para você votar, vai ser preciso se inscrever no Consulado mais próximo. O Itamaraty vai divulgar, brevemente como poderá ser feita sua inscrição pelo corrêio ou pela Internet. Seu voto poderá também ser por e-mail, do 16 ao 31 de maio 2010.
A partir de agora, o movimento de cidadania Estado do Emigrante, sucessor do movimento Brasileirinhos Apátridas, está em campanha. Nosso objetivo é o de criar núcleos em todos os países de emigração. Você pode nos ajudar para que o Estado do Emigrante ajude todos os emigrantes.

Esta é a comunidade do Estado do Emigrante na Alemanha, outras similares irão surgindo. Queremos coisas simples – que os documentos feitos nos Consulados tenham o mesmo valor dos feitoss nos cartórios e não precisem ser transcritos no Brasil – que se possa fazer divórcio nos Consulados e que se acabe com a necessidade de homologação dos divórcios feitos no Exterior – que as aposentadorias no Brasil contem os anos trabalhados no estrangeiro ou que as aposentadorias no estrangeiros contem os anos trabalhados no Brasil e, que sejamos nós emigrantes, que possamos fazer nossas próprias leis e regulamentos, pois existem muitos emigrantes capazes e qualificados para isso.

Inscreva-se como membros desta comunidade, envie um e-mail de adesão a martinsrp@hotmail.com e vamos em frente!

Andrea Koln, junto com Rui Martins e Carmen Lúcia Tsuhako, ambos do conselho de representantes de emigrantes no Itamaraty.


Abra este link, no jornal Brasil de Fato sobre o Estado do Emigrante
http://www.estadodoemigrante.org/documents/20090514-Brasil_de_Fato.pdf

Veja este vídeo
http://video.google.fr/videoplay?docid=792645091851464767

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